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terça-feira, 6 de novembro de 2012

[REGIÃO SUL] História

A Região Sul do Brasil, antes da ocupação dos imigrantes, foi povoada por grupos indígenas. Os três grupos que ocupavam o atual estado era: os gê ou tapuia, que ocupavam a região de Cima da Serra, onde estão localizadas as cidades mais frias do país; os pampeanos ou charrua, ou minuano, que ocupavam a região dos Pampas Gaúchos, área de campos planos; e os guarani, que ocupavam o litoral, na margem da Lagoa dos Patos e vizinhança dos grandes rios.

Posteriormente há a chegada dos padres jesuítas espanhóis, que começaram a fundar missõesjesuíticas, aglomerando os índios e aldeias para a difusão da religião católica. Para a alimentação dos índios, os jesuítas introduziram a criação do gado bovino, estendendo-se mais tarde à criação de cavalos, ovelhas, cabras, galinhas, porcos...

Com a chegada dos bandeirantes paulistas, os jesuítas foram expulsos, e os índios, envolvidos em vários conflitos com os bandeirantes, abandonaram o local. Os gados passaram a viver soltos pelos campos. Nesse momento, os paulistas passaram a se fixar no litoral de Santa Catarina, e iniciaram o comércio do gado. Nos caminhos por onde passavam os comerciantes de gados (tropeiros), surgiram os primeiros povoados. Mais tarde novos povoados surgiram em volta dos fortes que protegiam as fazendas de criação de gado. 

Muitos conflitos foram travados entre espanhóis e portugueses pelas colônias do sul, os quais só terminaram com a assinatura de tratados que delimitaram as terras ao sul. Com alguns anos a população da região aumentou consideravelmente, com a chegada dos imigrantes europeus. Inicialmente foram os açorianos, depois os alemães, italianos, poloneses, árabes e japoneses. 

O povoamento definitivo foi determinado também pela economia local, que se desenvolveu com influência das condições climáticas da região. Desta forma, no sul tropical, o cultivo do café fez com que a produção agrícola e a e desenvolvimento do mercado urbano com produção de bens primários ali se instalassem, o que deu prosperidade à região. Enquanto que no sul subtropical a produção era de gêneros alimentícios destinados ao mercado interno.

[REGIÃO NORTE] História



Os primeiros habitantes da Região Norte, como no resto do Brasil, foram os indígenas, que compartilhavam uma diversificada quantidade de tribos e aldeias, do período pré-colombiano até a chegada dos europeus. 

Em 1616 chegaram os portugueses. Eles construíram fortes militares para defender a região contra a invasão de outros povos. Os portugueses também se interessaram pelas riquezas da Floresta Amazônica. Os missionários vieram para a região à procura de índios para catequizar. Eles reuniam os índios em aldeias chamadas missões. As missões deram origem a várias cidades. 

Os brasileiros de outros estados, principalmente nordestinos, vieram para a Região Norte a fim de trabalhar na extração da borracha. A extração da borracha apresentou-se como atrativo para chegada de vários brasileiros de outros estados buscava trabalhar com essa cultura, os nordestinos representam o maior contingente de emigrantes. Muitas famílias japonesas vieram trabalhar nas colônias agrícolas. Os japoneses iniciaram a plantação da pimenta-do-reino e da juta. Durante as décadas de 60, 70 e 80, os governos militares implantaram um grande plano de integração dessa região com as demais regiões do Brasil, incluindo a construção de várias rodovias, instalação de indústrias e a criação da zona franca de Manaus. 

Com folclore próprio, as grandes atrações são o Festival Folclórico do Boi-Bumbá de Parintins/AM, o Círio de Nazaré, em Belém/PA, o Çairé (com Ç mesmo), em Santarém/PA e as danças típicas, Marujada, Carimbó e Cirandas. Como Samba lelê e outros Na região, existem os teatros mais belos do Brasil e semelhante, que são: Theatro da Paz, localizado em Belém e o Teatro Amazonas, localizado em Manaus e uma mistura da arte barroca, rococó e outras artes além de ser o principal símbolo do áureo da borracha, na época a cidade de Belém e Manaus eram as localidades mais ricas do Brasil. Logo sugiram outras cidades que estão fazendo parte da historia e da cultura desta região, e que hoje tem um valor na origem do amazonas.

domingo, 4 de novembro de 2012

[REGIÃO CENTRO-OESTE] História






A Região Centro-Oeste é composta pelos estados de Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e o Distrito Federal. Apesar da mesma circunscrição geográfica é caracterizada por semelhanças e diferenças, pois se trata de uma região muito extensa. 

Incorporado ao Brasil pelos bandeirantes que ultrapassaram a linha imaginária do Tratado de Tordesilhas lutando contra a coroa espanhola por mais um pedaço de terra, o Centro-Oeste continua exibindo com nitidez as marcas do processo de colonização passado. Na trilha sonora dos vilarejos às margens dos rios pantaneiros, as polcas paraguaias são mais frequentes que os acordes do samba ou da bossa-nova. 

Região rica em ouro e diamantes, logo foi descoberta pelos bandeirantes o que provocou uma corrida aurífera. Assim surgiram as primeiras vilas da região: a Vila Real do Bom Jesus de Cuiabá (território atual da capital do estado do Mato Grosso), Vila Boa, o atual estado de Goiás e a Meya Ponte, hoje município de Pirenópolis. 

Uma das primeiras atividades da economia da região foi a criação de gado. Seu povoamento é consequência dos fluxos migratórios - primeiro com o transporte de gado do Sul e Sudeste para as fazendas do Centro-Oeste, além da atuação dos bandeirantes paulistas e, nas últimas décadas, por correntes migratórias, principalmente da Região Nordeste. Esse processo se intensificou na década de 1950, com a construção de Brasília. Mas o Centro-Oeste brasileiro tem absorvido fluxos migratórios de todo Brasil, são pessoas vindas de vários locais do país em busca de emprego e melhores condições de vida. 

Durante o passar dos anos as delimitações territoriais sofreram algumas mudanças como o desmembramento do Mato Grosso em 1977 dando origem ao Mato Grosso do Sul, a cessão de 40% do território de Goiás para a formação do estado de Tocantins em 1988, e a implantação do Distrito Federal, no Planalto Central no estado de Goiás em 1960. 

Brasília, capital do país e centro do poder político da União, trouxe com ela não só o substancial aumento populacional como também valorosa contribuição para o desenvolvimento socioeconômico da região Centro-Oeste. 

A região Centro-Oeste atualmente conta com um Produto Interno Bruto (PIB) de cerca de R$ 279 bilhões, sendo mais de R$ 100 bilhões só do Distrito Federal e um elevado Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) ­- marca 0,815, de acordo com o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD).


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terça-feira, 30 de outubro de 2012

[REGIÃO SUDESTE] História



A partir do Século XVIII o eixo das decisões que até então era na região Nordeste, transferiu-se para o Sudeste, essa região passou a ser o centro administrativo do Brasil. 

Este fato ocorreu devido à exploração do ouro, que levou à região das Minas Gerais um imenso contingente de migrantes, tanto portugueses como de outras regiões da colônia. Partiam do Sudeste os bandeirantes – aventureiros que, em busca de riquezas, acabaram desbravando as terras inóspitas da colônia e expandindo os limites do território português. 



O Rio de Janeiro tornou-se capital da colônia em 1763, no lugar de Salvador. Em 1808 a corte lusitana transferiu-se para a cidade; em 1815 esta foi declarada oficialmente sede do Império Português. Com isso o Rio de Janeiro passou por uma série de remodelações: avenidas foram abertas, praças e jardins implantados, construções luxuosas erguidas. O papel de centro administrativo e político se mantiveram ao longo do tempo: com a independência, o Rio transformou-se na capital do Brasil  posto que ocuparia até a construção de Brasília, em 1960. 



São Paulo passou a primeiro plano já no período republicano. Ao lado de Minas Gerais, onde dominou o cenário nacional, na chamada “política do café com leite”, pacto pelo qual políticos dos dois estados se revezavam no governo federal. Com a vinda dos imigrantes europeus e mais tarde japoneses, estes passaram a fornecer mão de obra para as culturas agrícolas da região. Posteriormente povoariam também as cidades, em especial São Paulo, seguindo o fluxo da industrialização. 

A vitalidade econômica do sudeste continua atraindo trabalhadores de vários cantos do Brasil e do mundo: uma mescla de hábitos e culturas que lhe confere uma atmosfera cosmopolita.

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

[REGIÃO NORDESTE] História do Nordeste



Possuindo a maior quantidade de Estados do Brasil, o Nordeste é constituído por Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Paraíba, Piauí, Pernambuco (incluindo o distrito estadual de Fernando de Noronha), Rio Grande do Norte e Sergipe.Comprovadamente habitado pelos homens da pré-história, a confirmação dessa informação vem através dos sítios arqueológicos encontrados na região do Piauí, no Parque Nacional da Serra da Capivara (pinturas rupestres de até 50 mil anos atrás) e Vale dos Dinossauros (inscrições rupestres de até 25 mil anos) na Paraíba, fazendo com que o Nordeste brasileiro deixe sua marca nos estudos da evolução do homem.


Palco do descobrimento do Brasil, por volta de 1500, Porto Seguro, no Estado da Bahia, passaria a ser o principal pólo da colonização e extração das riquezas desse “novo mundo”. Foi nesse período que ocorreram as “batalhas” entre os índios, habitantes nativos, e os senhores de engenho, à procura de riquezas como o pau-brasil e escravos.  A partir daí, através da extração do pau-brasil, deu-se inicio à primeira atividade econômica do país.

A colonização do Nordeste ocorreu no litoral. Os portugueses encontraram um clima favorável ao plantio da cana-de-açúcar, já que no mercado europeu esse produto tinha um alto valor comercial. Toda parte não habitada da região era chamada de deserto ou desertão, que posteriormente chamar-se-ia sertão. 



Com o surgimento dos engenhos de cana-de-açúcar, surgiu a necessidade da importação do gado para o trabalho de tração e consequentemente o crescimento do rebanho. A partir daí começaram a surgir problemas entre os criadores de gado e senhores de engenho, determinando, em 1701, a retirada do rebanho das terras litorâneas, aproximadamente 60 km a partir da quebra do mar, restando assim apenas o sertão. Foi no rastro do gado que o sertão nordestino começaria a ser colonizado.


São muitas as histórias que se falam nesse período de colonização do sertão nordestino. A presença insignificante de escravos africanos, pelo fato de um único homem ser capaz de cuidar de um rebanho, e pelo isolamento em que o sertanejo vivia, os poucos escravos eram tratados como parte da família, sem as torturas vividas pelos escravos dos senhores de engenho. As cidades eram construídas de maneira natural ao redor das fazendas, sempre junto a uma capela, fazendo desde cedo prevalecer à fé e a crença nas casas de orações, acontecendo naturalmente o crescimento das famílias, os primeiros povoados, vilarejos, vilas e cidades.

Nas décadas de 60, 70 e 80, o sertão nordestino passaria por um dos piores momentos de seca e falta de emprego da história da região. Toda esperança e oferta de emprego estava depositada na região sudeste naquele período. Para muitos sertanejos, o sonho virou um pesadelo e a busca por uma qualidade de vida se tornou um desequilíbrio social.

Hoje, a realidade econômica do país mostra um nordeste em constante crescimento econômico, onde a busca da valorização de suas raízes, de sua cultura e de sua força, se tornou orgulho de um povo que marcou o inicio da historia de uma nação.